Se Você quer emagrecer, fique sabendo dessas dicas

Exercício físico ajuda a regular apetite, mostra novo estudo feito com animais. O pesquisador Eduardo Ropelle, da Unicamp e do Instituto de Obesidade e Diabetes, explica que a obesidade envolve um círculo vicioso comportamental: quanto mais se come, mais se quer comer. Ele e sua equipe submeteram esses roedores a uma única sessão de atividade física intensa e a malhação fez com que a sinalização do apetite no cérebro dos bichos voltasse a níveis normais. O efeito dura de 12 a 16 horas

A leptina, um hormônio que extingue a sensação de fome entre pessoas com boa saúde, poderá ser eficaz para os obesos, segunco pesquisas realizadas com cobaias. A maior parte dos humanos obesos são resistentes à leptina, mas, combinando medicamentos que atuam no fígado, os cientistas conseguiram fazer ratos perderem peso mesmo consumindo alimentos ricos em gordura.

A gula pode estar ligada a fatores genéticos, mostra estudo. Pesquisadores da Universidade College, na Inglaterra, descobriram que crianças que apresentam o gene FTO – conhecido como hormônio da obesidade – comem mais do que as outras. De acordo com os autores, isso ajuda a explicar porque algumas pessoas não sabem quando parar de comer. Mas eles destacam que outros fatores também interferem, como os hábitos dos pais e a disponibilidade de comida.

Parece contraditório, mas dormir bem pode ajudar a emagrecer. Estudo da Universidade de Chicago constatou que, ao dormir menos, as pessoas acabam comendo até 220 calorias a mais em lanches,  principalmente carboidratos, no período da noite.

Mesmo com tratamento, o número das células de gordura não diminui após os 20 anos. É o que concluiu um estudo do Instituto Karolinska, na Dinamarca. Os tratamentos para a obesidade acarretam uma redução do peso, pela diminuição do teor de gordura dentro dos adipócitos, mas não pela redução do número dessas células. Em outras palavras, o cuidado para não voltar a engordar deve ser constante.

Caminhar apenas 30 minutos por dia pode ser o suficiente para evitar o aumento de peso que ocorre com o envelhecimento, segundo estudo da Universidade de Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Acompanhando, por 15 anos, cerca de 5 mil pessoas com idades entre 18 e 30 anos, pesquisadores descobriram que, entre as mulheres mais pesadas, meia hora de caminhada todos os dias reduzia, até 450 gramas por ano, o ganho de peso que costuma acompanhar o envelhecimento.

 Pense na sua comida preferida ? aquela deliciosa lasanha, um bife suculento ou um irresistível brownie de chocolate. Agora, tente suprimir a sua vontade de comer. Você terá mais sucesso nessa difícil tarefa se for homem, segundo um estudo americano que monitorou a atividade do cérebro de indivíduos diante de suas comidas preferidas.

Relaxar pode pode ser uma forma mais eficaz de perder peso ou fazer dieta, sugeriu um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. A pesquisa acompanhou por dois anos o progresso de 225 mulheres com o peso acima da média e obesas que, dividas em três grupos, participaram de programas diferentes que incluíam meditação e visualização positiva; exercício físico e nutrição e folhetos com informações nutricionais.

A “Dieta da Banana” virou moda até no Japão. Apesar de terem lucrado com a mania, produtores da fruta nas Ilhas das Canárias divulgaram comunicado alertando para o risco de se adotar dietas muito restritivas. O aviso engorda o côro dos médicos, que são contra essa história de comer só um tipo de alimento por vários dias para emagrecer.

Um aminoácido encontrado na melancia e em nozes pode ajudar no combate à obesidade, segundo pesquisadores da Universidade Texas A&M, nos EUA. Em testes com ratos, eles descobriram que, mesmo em dietas ricas em gordura, a suplementação com arginina poderia reduzir a gordura corporal. E, segundo os autores, isso poderia ser diretamente aplicado no combate à obesidade humana.

Um tipo de gordura encontrado principalmente em carnes vermelhas pode ser uma das causas da obesidade. De acordo com experimentos realizados em camundongos, essas moléculas acionam uma inflamação no hipotálamo, na base do cérebro, que leva à destruição dos neurônios que controlam o apetite e a queima de calorias.

O maior estudo já feito sobre os vários tipos de regime conclui que, para perder peso, o que importa mesmo é a restrição calórica, e não o tipo de alimento consumido.

Estudo sugere que a ingestão regular de água pode promover a perda de peso em mulheres. A diminuição da ingesta calórica diária em decorrência do consumo de líquido pode explicar os resultados, segundo sugere o trabalho, publicado na revista “Obesity”

A ingestão de um pouco mais de protéina pode ser eficaz em reduzir a gordura corporal e melhorar o perfil lipídico do sangue (colesterol e triglicérides), segundo estudo da Universidade de lllinois, nos EUA. proporção que trouxe bons resultados, na pesquisa foi de 40% do total de calorias, essencialmente carnes magras e laticíneos desnatados.

Comer ovo de Páscoa na Semana Santa é permitido, mas nada de exagerar: um estudo da Pro Teste com as principais marcas de chocolates no mercado brasileiro mostra que os ovos contêm teores de açúcar e gorduras 20% maiores do que o limite diário considerado saudável pela OMS (Organização Mundial de Saúde)

As calorias ingeridas por meio de bebidas influenciam mais perda de peso do que  aquelas consumidas por alimmentos sólidos. A constatação vem de um estudo da johns Hopkins School of  Medicine, que avaliou 810 adultos com idade entre 25 a 79 anos

Estudo publicado “The Journal of  Clinical Endocrinology & Metalism” indica que meninas na fase pós-puberdade que têm baixos índices de vitamina D têm maior propensão a ganhar peso. A exposição ao sol aumenta a síntese do nutriente, mas também pode aumentar o risco de câncer de pele. Por tanto tome sol antes das 9h ou após as 16h e não esqueça do protetor solar.

O consumo de boa quantidade de fibras no café da manhã, junto a alimentos de baixo índice glicêmico (que alcançam a corrente sanguínea de forma mais lenta e contínua) pode ajudar mulheres que estão começando a fazer exercícios a queimar mais gordura, segundo estudo da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

Pessoas que bebem um copo de suco com 100% de fruta todos os dias apresentam menos fatores de risco para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como obesidade, segundo estudo da Universidade Minnesota, nos Estados Unidos. Os pesquisadores explicam que, além do benefício geral das frutas para a saúde, essa prática costuma vir associada a outros bons hábitos, como maior nível de atividades físicas e melhor padrão alimentar.

Cientistas do Centro de Pesquisas Biomédicas Pennington, em Lousiana (EUA) descobriram que pessoas que mascam chicletes sem açúcar regularmente consomem menos guloseimas, portanto, têm uma ingestão menor de caloria. Os resultados indicam que o hábito pode ajudar na redução de peso.

Um estudo publicado na edição de maio da revista científica “Psychosomatic Medicine” revela que a depressão está associada ao acúmulo de gordura no abdômen. E, segundo especialistsa, esse tipo de gordura envolve órgãos na linha da cintura, aumentando o risco de doença cardiovascular e diabetes.

Um estudo demonstrou que comer rápido, até se sentir estufado, triplica o risco de um indivíduo tornar-se obeso. Os autores avaliaram os hábitos alimentares de 3 mil japoneses entre 30 e 69 anos de idade.

Segundo pesquisa apresentada no Congresso Europeu de Obesidade, o aumento na obesidade nos Estados Unidos desde a década de 1970 se deve quase que completamente ao aumento na ingestão de calorias. Aparentemente, o aumento do sedentarismo teve papel menor, de acordo com os pesquisadores.

Tomar um copo de leite desnatado no café da manhã, em lugar do tradicional cafezinho ou de um copo de suco de frutas, pode ajudar as pessoas a se sentirem mais satisfeitas até o almoço, Segundo um pequeno estudo australiano publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”.

Um estudo feito por pesquisadores da Tufts University, em Boston, mostrou que especiarias como a curcumina (encontrada no curry e no açafrão) podem ajudar no combate à obesidade. O resultado se deu a partir da análise de um grupo de ratos. As cobaias ingeriram a substância teve a formação de novas células de gordura inibida, segundo os pesquisadores.

A prática regular de ioga está associada a uma alimentação mais consciente, o que deixa os praticantes menos propensos à obesidade, segundo estudo do Centro de Pesquisas Fred Hutchinson, nos EUA. As análises indicaram que aqueles que praticavam ioga mais de uma hora por semana ? mais de 40% dos participantes ? tinham menor índice de massa corporal (medida do peso em relação à altura) e maior consciência na alimentação.

Sair com as amigas à noite pode ser divertido, mais também pode engordar. Segundo estudo da Universidade McGill, no Canadá, mulheres comendo em grupo de mulheres tendem a aumentar os valores calóricos dos alimentos escolhidos, além de comerem em maior quantidade. Aquelas que comem em menores grupos de amigas comem menos e, se a companhia for um homem, esse consumo é ainda menor.

Um estudo feito no Instituto Forsyth, em Boston, Estados Unidos, com participação brasileira, encontrou forte associação entre a ocorrência de obesidade e a bactéria Selenomonas noxia, encontrada na boca. O micro-organismo foi encontrado em quantidade muito superior ao normal nas pessoas obesas, segundo estudo.

Olhar fotos de bolos, doces e outras tentações pode ajudar mulheres decididas a emagrecer a manter o compromisso, segundo um estudo do Instituto de pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista ” New Scientist”

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